Nas grandes cidades sempre existe esse dilema. O pequeno estúdio de hoje cobre todas as necessidades em poucos metros, sem perder de vista a decoração.

A entrada espaçosa: Já que o espaço conta com tão poucos metros, não devemos desperdiçar espaço na área da entrada. No entanto, quando o plano é muito aberto, ao criar a ilusão de espaços diferenciados, os metros ganham importância. Além de dar uma boa impressão, neste espaço de entrada, foi colocada uma cômoda, e lugar para armazenamento no armário e local para pendurar os casacos, muito útil e sempre necessário.



O estar, pequeno, mas acolhedor: Um sofá confortável, com um assento extra na forma de uma cadeira leve, é a opção perfeita para está pequena sala de estar em formato retangular. A televisão em um móvel baixo e simples, para não ocupar espaço, e o restante livre, para não passar a sensação de abarrotado.



Menos é mais: Claro, os metros debaixo do mezanino foram aproveitados, com pouca altura não podem ser usados como área de circulação, mas o lugar é perfeito para colocar um móvel não muito pesado e nele manter as roupas à mão.



A cozinha tem de tudo. Até uma mesa ampla com quatro cadeiras, superfície de trabalho e todos os eletrodomésticos para trabalhar com comodidade.



A grande janela (original da casa), além de fornecer personalidade, deixa entrar uma grande quantidade de luz, que flui pelo espaço, multiplicando os metros. Esse fluxo é o que determina a diferença. Como sempre, a combinação de móveis com portas modernas e linhas retas e a mistura com a mesa e cadeiras com ar clássico, funciona perfeitamente. Sem dúvida, este tipo de casa me faz pensar se preciso realmente de tudo o que eu tenho e se os metros são tão necessários como pensamos.